sábado, 20 de abril de 2013

História do Brasil: Exumação traz novidades sobre D. Pedro I


Descobertas científicas, em diferentes ramos da ciência, obrigam estudantes e professores a continuamente renovarem seu conhecimento e, em algumas ocasiões, as editoras a revisarem livros. Até mesmo a história, aparentemente incólume a mudanças, por vezes precisa ser reescrita à luz de novos achados e inovações tecnológicas.
Direto ao ponto: Ficha-resumo
Há uma semana, cientistas da Universidade de Leicester, na Inglaterra, anunciaram que uma ossada encontrada no estacionamento da cidade era do rei Ricardo III, um dos mais populares do país. Pesquisas recentes também trouxeram novas informações sobre a vida e a morte de faraós egípcios, como Ramsés III e Tutancâmon.
Agora, a exumação dos restos mortais do imperador D. Pedro I e de suas duas mulheres, as imperatrizes Dona Leopoldina e Dona Amélia, permitiram a historiadores terem acesso a dados inéditos que comporão um retrato mais fidedigno da família imperial brasileira.
As exumações, autorizadas pelos descendentes, são as primeiras em quase 180 anos. As urnas funerárias estão no Parque da Independência, localizado na zona sul de São Paulo, desde 1972. De lá, os restos mortais foram levados para a Faculdade de Medicina da USP, onde foram submetidos a exames de tomografia e ressonância magnética.

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